quem somos

QUEM SOMOS







O Casa Amarela 5B -Jornal Online surge da vontade de vários artistas, de, num esforço conjunto, trabalharem no sentido de criar uma relação forte com o público e levando a sua actividade ao seu conhecimento através do seu jornal online.

Este grupo de artistas achou por bem dedicar o seu trabalho pintorNelsonDias, https://www.facebook.com/pages/Nelson-Dias/79280420846?ref=hl cuja obra terá sido muito pouco divulgada em Portugal, apesar de reconhecido mérito na banda desenhada, a nível nacional e internacional e de várias vezes premiado em bienais de desenho e pintura.


Direcção e coordenação: Maria João Franco.
https://www.facebook.com/mariajoaofranco.obra
contactos:
franco.mariajoao@gmail.com
+351 919276762


Thursday, December 31, 2009

FELIZ 2010!


São os votos do CASA AMARELA5B

Saturday, December 12, 2009

Renascimento e Idade Média:As MADONAS DE FILLIPO LIPPI E GIOVANO CIMABUE_Flávio Botton

Revista Todas as Letras


RENASCIMENTO
E IDADE MÉDIA:
AS MADONAS DE Fillipo LIPPI
E GIOVANNI CIMABUE
Flavio Felicio Botton *




Resumo: Este ensaio tem por objetivo discutir
alguns conceitos de arte medieval e renascentista,
Estabelecendo um Diálogo entre as obras e o
contexto histórico, social e filosófico dos períodos.
Para isso, Serão analisadas obras de Fillipo
Lippi, pintor renascentista, e de Giovanni Cimabue,
e pintor medieval Mosaicista.
Palavras-chave: Artes plásticas; Renascimento;
Idade Média.



RENASCIMENTO E IDADE MÉDIA:


AS MADONAS DE Fillipo LIPPI E GIOVANNI CIMABUE




Flavio Felicio Botton

Mestre em Literatura Portuguesa pela

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

da Universidade de São Paulo-Brasil



cedido pelo autor



Sunday, November 8, 2009

no MAC até 27 de novembro de 2009

"não! não abro mão da minha maré"
no MAC-Movimento Arte contemporânea
Av.Álvares Cabral,58/60 em Lisboa
tel +351 21 386 72 15
Rua do Sol ao Rato 9C
tel +351 21 385 07 89
tm +351 96 267 05 32




"... quero deixar aqui um grande abraço pela qualidade deste espaço
e sobretudo pela esplendorosa presença das obras de arte da João Franco.
Rocha de Sousa " ( comentário em http://www.mariajoaofranco.blogspot.com/ )


" Explosão de luz humanizada! Excelente exemplo do teu melhor, para nosso regalo..."
Carlos Alberto Gil Moreira ( Facebook Maria João Franco
)



Tuesday, October 20, 2009

15º Exposição de Artes Plásticas de Vendas Novas


MJF / por email

Friday, October 16, 2009






Mário Silva
"O pão que o Diabo Amassou"

Inauguração Sexta-Feira 23 Outubro, 2009
No próximo dia 23 Outubro 2009, Taller Experimental de Grafica ou em Havana, que será aberto suas portas pelas 17:00 Exibindo uma exposição "O Pão do Diabo Amassou" uma mostra individual do artista português Mário Silva.






Este artista nasceu em 1929 em Coimbra (Bencanta, Portugal), tendo frequentado a Faculdade de Engenharia na Universidade de Coimbra. A sua não incursão e Domínio das Artes e cinqüenta iniciou-se há dois anos, fez um TENDO Mário Silva na pintura especial ênfase com.br percurso, embora com Domínios Fez também o trabalho dá-nos de artes gráficas, da escultura, da cerâmica e da arte pública monumental. Desde os anos 60, em várias mostras colectivas realizou Participou
individuais, em em salões e bienais Participou Institucionais, Nacionais e Internacionais. A sua obra encontra-se representada em muitos
museus, entre os Quais Museu de Arte Moderna de São Paulo eo Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (Brasil), ou Museum of Modern Art, em Boston (EUA), O Museu de Arte de Estocolmo (Suécia), ou Stedelijk Museum Amesterdão (Holanda), ou Grão Museu Basco (Viseu, Portugal), ou o Museu de Montecatini (Itália), Museu de Ovar ou ou da ou Museu da República e da Resistência (Lisboa, Portugal).
Sobre a sua obra António Arnaut escreveu: "(...) É uma arte indomada, torrent, como titular da complexa personalidade do seu, ou onde coexistem ea utopia anarquista, a Crença homem e não há futuro para construir, soluce ou sinal da Fecundação simbolizada rectidão na União eo esquadra ou entre bússola, isto é, na harmonia cósmica entre o homem ea natureza, ou que entram ou pensamento ea acção ... ".

texto do catálogo da exposição ou da
Dr. ª Yumil REYES DELGADO, Especialista em Artes Visuais e palestrante.
Quais são os conceitos descrever um teórico relevante para a artista? Talvez sua
influência sobre as Gerações Seguintes, ou o seu aspecto técnico formal
criação subjetiva. Semper defendi uma opinião que a Importância de um criador
Vem da sua Capacidade mística transmitir sentimentos, ao invés de legitimar em
questões contemporâneas.
O trabalho é Mário Silva artística ou espelho de todas as experiências de sua vida,
humor e espírito. Ecos da alma de uma criança brincando com linhas, cores
e dá Multidoser estilos de vida, cidades modernas, nus, Naturezas Mortas, rios e
Pontes. Energia livre da imaginação fértil vai ou entre surrealismo, abstração
do expressionismo e do construtivismo.
A proposta vai além do bela das pinturas figurativas a sua vez
em um trabalho conceitual, que não apenas nos convida a refletir sobre os problemas que vários
do contemporâneo, Contém também um discurso implícito antropológica. Ou
sociedades de conflito, o homem, a dinâmica da pós-modernos mega-cidades, ou
destruição, e integração de várias Instituições síntese e Motivações.
A mistura de cores e texturas do diálogo entre os emergentes, linhas e pontos
figuras geométricas fazendas ou Esboço desaparecer Constituem-nos a própria
técnica do artista. Cidades aparecem magicamente povoadas, como Vítimas da Industrialização
Às vezes parecem que as selvas. A esperança eo romance dois bancos, uma constante
Renovação do rio evocar uma realidade fantástica e colorida.
Um retrato está na essência de seus alma e os sentimentos de seus amigos, ou
São mais importantes características psicológicas do que a aparência física. As qualidades
Expresso de vários artistas (desenhos, gravuras e pinturas) e incontáveis
materiais (óleo, têmpera ou guache, acrílico e argila) foram exploradas em
trabalho.
Apesar de cinquenta anos de vida artística, isso é criança sendo Seduzir romântico
cabelo sentido criativo do processo, que ansiedade em relação ao fazer o golpe final. Ou
Mario Importância Silva reside na sua Capacidade ser cronista de um de sua vida
e Realidade, ctive.
Yumil (LYA) Reyes
Artes Especialista
CNAP, Fundo Cubano de Bens Culturais
Taller Experimental de Grafica
Havana
Callejón del Chorro n º 62
Praça da Sé
Velha Havana, Havana
C.P. 10100 - CUBA
GALERIA DE SACRAMENTO
Arte Contemporânea
Basco Basco Rua Vasco da Gama, 27 A r / c
Edifício São Gonçalo
3830-225 Ílhavo
PORTUGAL



Inauguração: 23 de Outubro de 2009, pelas 17h
Para mais informações:
Tel: +351 96 298 42 68 - Portugal
E-mail: galeriasacramento@galeriasacramento.com.pt
Tel: 8620979 - Cuba
E-mail: tgrafica@cubarte.cult.cu

Thursday, October 15, 2009

Tuesday, October 13, 2009

DITOS/Ricardo Passos


video

Thursday, October 8, 2009

"não! não abro mão da minha maré" /MAC-Movimento Arte Contemporânea






MAC-Movimento Arte Contemporânea
Não!Não abro mão da minha maré.
As escarpas negras envoltas nas espumas
que o mar arremessa
escorrem mar adentro
como a pele que dispo para te envolver.
E tu sabes
Que eu sei
Que nunca aconteces.
E que te quero.
Maria João Franco


O MAC-Movimento Arte Contemporânea


inaugura a exposição comemorativa dos


45 anos de carreira de Maria João Franco


"não! não abro mão da minha maré"
no dia 3 de Novembro de 2009
A mostra estará patente até 27 de Novembro.
MAC' Av. Álvares Cabral 58/60 Lisboa
texto de apresentação
Ao longo de mais de quarenta anos de carreira, Maria João Franco, tem vindo a ser uma intransigente pesquisadora de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantem-se essencialmente fiel a si própria.Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro. Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e como autora.No envolvimento, ora cálido e terno nas pinturas, ora dramático como bem escreve Rocha de Sousa:”nesta nudez lírica da carne brutalizada por destinos inomináveis é um grito sem fim pelos apocalipses que vivemos todos os dias, navegando à vista, lutando inutilmente contra a morte anunciada” que figura a nossa condição, e que confere harmonia, beleza e estranheza à trivialidade do quotidiano, sabe a autora fazer agir a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal e rico universo imagético. O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.
A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmente.Também, o profissionalismo, agrado e companheirismo com que tem desempenhado junto do MAC, a realização de qualquer projecto que lhe seja proposto correspondendo sempre de forma eficaz e sem rodeios a toda a colaboração, de forma entusiástica e inequívoca a todos os nossos sonhos e anseios, faz de Maria João Franco um ser sempre desejado por nós , que dignifica esta casa e esta equipa, e de quem muito nos orgulhamos.Nesta exposição que agora nos apresenta, mostra-nos a sua constante evolução, a sua infatigável busca, a intranquila qualidade da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, uma nova conquista, um constante enriquecimento.O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que Maria João Franco ocupe um significativo lugar cimeiro no conjunto dos pintores primeiros deste país pela excelência e raridade do conjunto da obra que vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o seu grande talento e sobretudo a sua surpreendente e rara qualidade plástica e criativa.
Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea
Zeferino Silva
Director do MAC-Movimento Arte Contemporânea
Rua do Sol ao Rato,9C,1250-260 Lisboa
tel.21 385 07 89 / tm 96 267 05 32
Av. Álvares Cabral,58/60, 1250-018 Lisboa
tel. 21 386 72 15 / tm 96 267 05 32

Sunday, September 27, 2009

MAC - Movimento Arte Contemporânea/Colégio Militar



curadoria de Álvaro Lobato de Faria
director coordenador do MAC
tm 96 267 05 32
21 386 72 15
Fiz `ART09
Alfred Opitz /Ana Tristany /Artur Bual /Cruzeiro Seixas/ Dina Aguiar /Fernando d `F. Pereira Figueiredo Sobral /Hilário Teixeira Lopes /Jaime Murteira /João Abreu/ João Chichorro/ José Vicente /Lourdes Leite/ Luísa Nogueira/ Manuela Pinheiro /Maria João Franco /Miguel Barros/ Mira Sousa Dias /Noronha da Costa /Nuno Castel-Branco /Paulo Canilhas /Ricardo Paula /Roberto Chichorro/ Saulo Silveira /Sebastião Rodrigues/ Teresa Mendonça /Tereza Trigalhos /
Largo da Luz, 1600-498 Lisboa /
Tel. 217 104 000 217 104 000 / Fax.217 104 016217 104 000 217 104 000 / Fax.217 104 016 colegiomilitar @ colegiomilitar / http://www.colegiomilitar.pt/
9 a 21 de Outubro / 2009 Pavilhão do Auditório do Colégio Militar das 14h às 19h
Estacionamento do Colégio Militar
http://www.movimentoartecontemporanea

MAC - Movimento Arte Contemporânea

MIRA SOUSA DIAS
MAC-Movimento Arte Contemporânea
Av.Álvares Cabral 58/60
Inaugaração a 29 de Setembro pelas 19 horas.
Patente até 30 de Setembro

Friday, September 25, 2009

sete sopros de arte e mais um...ou talvez não



EXPOSIÇÃO NO CONVENTO DE S. JOSÉ EM LAGOA
de 19 de Setembro até 21 de Outubro de 2009
curadoria de Eduardo Nascimento
Pintura

Barbara Walraven
Bert Holva
Eduardo Abrantesst
Eduardo Nascimento
Maria João Franco
Guilherme Parente

Escultura
Abilio Febra
Carlos Andrade
Eduardo Nascimento
Filiep Manger
Joana Imaginário
José Eduardo
Matthias Contzen
Moisés Preto Paulo

Thursday, September 24, 2009

EXPOSIÇÕES


Convento de São Paulo



Sunday, September 20, 2009

A CASA || Rocha de Sousa || Círculo de Leitores

Um LIVRO em destaque:
A CASA que nos traz o respirar , o entrever e vaguear pelos cheiros , os esgares a névoa não refrescada ... um chão velho e sujo cravados pelas pegadas dos tempos.
Como podemos ler na contra capa, "Narrativa visualmente apelativa, antropológica,marcadapor uma sociologia do sofrimento, este romance faz-nos reconhecer ideias e perdas contemporâneas, aproximando-nos da condição humana no quadro de uma espécie de desertificação anunciada."
Como diz Mário Cláudio : um dos livros mais bem escritos últimamente entre nós.
Um pedaço de vida a não perder
MJF

A CASA
Este livro, alegoria inquietante povoada por gente envelhecida e alguns traumatizados da guerra, começa por nos sugerir um espaço invulgar, uma arquitectura temporalmente errada, invulgar, entre próteses estruturais improváveis e a quase prosaica imagem de um centro de acolhimento votado sobretudo à terceira idade. Como se saída de um passado indeterminado, não propriamente longínquo, a Casa mergulha numa paisagem exterior sem limite, após jardins mal tratados e vedações atrás de vedações, acrescentada, através dos tempos, de novos pavilhões geminados ao estilo inicial, na urgência de uma demografia trabalhosa, gente meio perdida, pessoas solitárias e sem memória, ali procurando conferir ao resto das suas vidas um pouco de dignidade ou de conforto. Mas a imagem do mundo infiltra-se nesta multidão acossada por muitos problemas de saúde, de abandono, restos de retratos, amarelecidos, talvez segredos de família, porventura afectos escondidos em vulgares caixas de cartão.
O quotidiano desta população, na sua diversidade e grupos mais relacionados, enche de tumultos iniciais estas páginas, numa relação complexa pessoa a pessoa,
a melancolia de outros tempos de vida e do quadro intenso das famílias. Há restos por aqui, jogos, gente ainda saudável, amores encobertos. Há as regras de serviço, as normas, os dogmas, a assistência abrupta. Há as enfermeiras auxiliares que fazem por dar uma continuidade razoável aos velhos, entre as refeições, tratamentos, conversas patéticas, e também a presença ainda forte (mais abalada) dos «hóspedes» mais novos e cuja mente parece gravemente afectada pelas sequelas da guerra ou pela batalha das grandes cidades, entre a mitigação dos destinos.
Narrativa visualmente apelativa, antropológica, marcada por uma sociologia do sofrimento, este romance faz-nos reconhecer ideias e perdas contemporâneas, aproximando-nos da condição humana já no quadro de uma espécie de desertificação anunciada.
Rocha de Sousa

Sunday, August 23, 2009

CONCURSO DE ARTES PLÁSTICAS ||| CAE Figueira da Foz/Galeria Sacramento

REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO
1º PRÉMIO JOVEM DE ARTES PLÁSTICAS -
CAE PINTURA E ESCULTURA
Art.º 1.º Objectivo -O “1º Prémio Jovem de Artes Plásticas – CAE” instituído pelo Centro de Artes e Espectáculosda Figueira da Foz, em parceria com as Galerias Sacramento - Arte Contemporânea ecomissariado pelo galerista José Sacramento, pretende promover a participação dos jovens artistas plásticos contemporâneos a concorrer nas áreas de pintura e escultura
.A exposição do “1º Prémio Jovem de Artes Plásticas – CAE” irá decorrer de 17 de Outubro de2009 até dia 15 de Fevereiro de 2010.
Art.º 2.º ConcursoEstá aberta à participação de artistas nacionais e estrangeiros, até 35 anos de idade a concluirantes de 31 de Dezembro de 2009.Cada candidato(a) só poderá concorrer numa única área, com uma única obra.
Art.º 3.º Ficha de Inscrição1. Todos os interessados devem preencher a ficha de inscrição, da qual constará: nome, morada,telefone, e-mail, indicação expressa do nome artístico a figurar no catálogo, fotocópia do Bilhetede Identidade, fotografia actual do(a) concorrente em suporte digital assim como o currículoresumido.2. Os artistas concorrentes devem preencher, correcta e completamente, a ficha de inscrição, sobpena da sua candidatura não ser considerada.
Art.º 4.º Candidaturas
As fichas de inscrição deverão ser enviadas por conta dos artistas bem como a entrega das obras impreterivelmente até dia 17 de Setembro de 2009, até às 18h00, devidamente identificadas como nome do autor e com a indicação
“1º PRÉMIO JOVEM DE ARTES PLÁSTICAS - CAE”, para o seguinte local:
,CAE – Centro de Artes e Espectáculos, Rua Abade Pedro3080-084 Figueira da Foz Tel.: 233 407200 /233 407200
Horário de funcionamento:De Segunda-feira a sexta-feira: das 10h00 as 18h00
Art.º 5.º Entrega das obras1. As obras a concurso devem estar devidamente identificadas no verso e acompanhadas por umexemplar da Ficha de inscrição completa conforme acima referida, assim como um texto índolefilosófica sobre a descrição da obra, memória descritiva e ficha técnica completa da obraacompanhada por uma fotografia a cores em formato tradicional e com indicação da posiçãocorrecta da mesma.2. No momento da recepção das obras será entregue, pelo CAE, um recibo que deverá serguardado para proceder ao levantamento das obras no final da exposição.3.

Todas as obras seleccionadas para o “1º Prémio Jovem de Artes Plásticas – CAE” ficam automaticamente seguras até ao levantamento das mesmas.
Art.º 6.º Preço das obras1. Deverá ser atribuído pelo autor um preço de venda a público de cada obra.2. Da eventual venda das obras, reverterá para a entidade organizadora, uma comissão de 20%em relação ao preço da obra, para despesas de logística de venda e entrega das obras.
Art.º 7.º Levantamento das obras1. Nenhuma obra exposta poderá ser levantada pelo seu autor
do encerramento daexposição do “1º Prémio Jovem de Artes Plásticas – CAE”, que irá estar patente até dia 15 deFevereiro de 2010.2. Os autores comprometem-se a retirar as suas obras do local de entrega, no prazo de 30 diasapós o encerramento da exposição, ou seja até dia 15 de Março de 2010.No caso de as obras não serem levantadas dentro do prazo estabelecido, nem for solicitadodentro desse prazo, por parte dos concorrentes, alguma alteração por motivo de força maior, aorganização reserva-se o direito de lhes dar o destino que entender, nomeadamente a sua doaçãoa uma instituição de solidariedade social.3. Os autores das obras não seleccionadas serão notificados e deverão proceder ao levantamentodas mesmas no prazo de 15 dias, ou seja até dia 2 de Outubro de 2009 e sob as condições doponto nº 2 do Art.º 7.º, conforme acima referido.
Art.º 8.º Disposições para a categoria de Pintura e Escultura.1. A temática nas áreas da pintura e escultura é livre.2 As obras apresentadas a concurso deverão ter sido realizadas no decorrer do ano 2008 ou doano 2009.
Art.º 9.º Especificações Técnicas1. Na área da Pintura:Cada Obra não poderá ultrapassar as dimensões máximas de 170 cm de altura (na vertical) por120 cm de largura (na horizontal).ATENÇÃO: SE AS MEDIDAS FOREM AO CONTRÁRIO OU SE ULTRAPASSAREM ASDIMENSÕES MÁXIMAS ACIMA INDICADAS, OS TRABALHOS NÃO SERÃO ACEITES.
2. Na área da Escultura:Cada obra deverá ter o peso máximo de 100 kg, independentemente dos materiais utilizados, nãopodendo ultrapassar as dimensões máximas de 170x100x120 cm.A obra deverá oferecer condições de manuseamento e resistência.ATENÇÃO: SE AS MEDIDAS ULTRAPASSAREM AS DIMENSÕES MÁXIMAS ACIMAINDICADAS, OS TRABALHOS NÃO SERAÕ ACEITES.
Art.º 10.º Catálogo1. Será elaborado um catálogo das obras seleccionadas. Cada autor receberá um exemplar domesmo.2. Os autores seleccionados autorizam a utilização de imagens das suas obras, nos materiais dedivulgação deste “1º Prémio Jovem de Artes Plásticas – CAE”, livre de encargos, bem como oregisto fotográfico para o arquivo FGT e o uso das imagens na divulgação das suas actividades.
Art.º 11.º Prémios1. Será atribuído, independentemente das duas modalidades, um Primeiro Prémio no valor de5.000,00 € (Cinco Mil Euros).2. Será atribuído o Segundo Prémio no valor de 3.000,00 € (Três Mil Euros).3. Será atribuído o Terceiro Prémio no valor de 2.000,00 € (Dois Mil Euros).4. Poderão ser, ainda, atribuídas Cinco Menções Honrosas, caso o júri decida que tal se justifique.5. Os artistas comprometem-se em receber o valor dos respectivos prémios, independentementedo valor da obra.6. As obras premiadas ficam propriedade da Câmara Municipal da Figueira da Foz.7. O Júri reserva-se o direito de não atribuir os prémios, caso considere que nenhuma obra temqualidade para ser distinguida.
Art.º 12.º Premiação1. A entrega dos prémios será feita na cerimónia da inauguração da exposição, no CAE – Centrode Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, no Sábado dia 17 de Outubro de 2009, pelas 17h00.2. A forma como os trabalhos são apresentados será relevante para a selecção a realizar pelo júri.
Art.º 13.º Designação do Júri do “1º Prémio Jovem de Artes Plásticas – CAE”O Júri de premiação será composto por:- Um Artista plástico- Um Professor de Escultura- Um Professor de Pintura- Um crítico de arte- Um Galerista- Vereador da cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Art.º 14.º Disposição finalAs decisões do Júri são inapeláveis.Os casos omissos e de interpretação duvidosa serão resolvidos pela organização do “1º PrémioJovem de Artes Plásticas – CAE”
MJF
por email

Friday, August 21, 2009

Silvestre Raposo/instalação/escultura


Wednesday, August 19, 2009

BAUHAUS ::90º anos

Kandinsky

Un modelo conceptual
La Martin Gropius Bau repasa la historia de los diseños Bauhaus en el 90º aniversario del nacimiento de la escuela


"Bauhaus. A conceptual model". Berlín, hasta el 04/10/09
MARTIN GROPIUS BAUNiederkirchnerstraße 7 / esquina Stresemannstr. 110 Berlín (Alemania)Del 22 de julio al 4 de octubre de 2009, en la Martin Gropius Bau de BerlínObras: más de 1000 piezasOrganizan: Bauhaus Archiv Berlin/ Museum fur Gestaltung, Stiftung Bauhaus Dessau y Klassik Stiftung WeimarPor primera vez las tres grandes instituciones alemanas que acogen el legado de la Escuela Bauhaus se unen para organizar una muestra conjunta, coincidiendo con el 90º aniversario del nacimiento del movimiento. "Bauhaus. Un modelo conceptual" repasará la historia de la principal Escuela de arte, diseño y arquitectura del siglo XX, de sus teorías, sus maestros y estudiantes, a través de más de un millar de obras, muchas de ellas inéditas.Destinada a ser el principal atractivo cultural del verano berlinés, esta exposición abordará el carácter interdisciplinar y experimental de los métodos de enseñanza en la Bauhaus, el funcionamiento de sus talleres, de orientación claramente práctica y su interés por la búsqueda y propagación de una estética atemporal y por la utilización de nuevos procedimientos y materiales en los campos del diseño y la construcción. Otro de los cometidos fundamentales de "Un modelo conceptual" será analizar el papel de la Bauhaus en relación con el desarrollo y la internacionalización de la modernidad y su impacto en todos los ámbitos del arte hasta el día de hoy. Los objetos alusivos a la imagen histórica que el espectador tiene de la Bauhaus ocuparán las dieciocho salas de las que consta la planta baja de la Martin Gropius Bau, mientras que en su luminoso patio se mostrarán piezas dedicadas a estudiar la proyección posterior del movimiento. El recorrido de la muestra se estructura según criterios tanto cronológicos como cromáticos, analizándose los años fundacionales de la Escuela bajo su característico tono amarillo y cerrando la exposición con el color negro, alusivo a la llegada al poder de Hitler y al fin del movimiento. Destacan las obras maestras tempranas de profesores de la Bauhaus como Feininger, Klee o Kandinsky, junto a piezas estrella de la exhibición como la llamada carpeta Gropius, presentada como regalo al director de la Escuela en 1924, y la African Chair (silla africana), diseñada en 1921 por Marcel Breuer y Gunta Stölz. De Breuer se exhibe también la primera Club Chair, fechada en 1926, junto a la Torre de Fuego, de cuatro metros de altura, que Johannes Itten creó en 1920. El proyecto para una ciudad socialista de Reinhold Rossig y el vestido Bauhaus de Lis Vogler (1928) sirven de ejemplo de las obras valiosas, pero prácticamente desconocidas aún, que salieron de los talleres Bauhaus. Acompañará a la exhibición berlinesa un amplio programa cultural que se desarrollará en Berlín, Weimar y Dessau y que incluirá la celebración de una conferencia internacional que analizará la influencia del legado Bauhaus en el arte contemporáneo y las razones de dicha repercusión, dado el temprano cierre de la Escuela. Además, tras el cierre de "Bauhaus. Un modelo conceptual", el MoMA neoyorkino conmemorará el 80º aniversario de su apertura con una exposición que llevará por nombre "Bauhaus 1919-1933: talleres para la modernidad" y que se ha organizado en colaboración con diversas instituciones alemanas.
INFORMACIÓN RELACIONADA
Bauhaus
MARTIN GROPIUS BAUNiederkirchnerstraße 7 / esquina Stresemannstr. 110 Berlín (Alemania)
if(document.getElementById("datos_museo"))document.getElementById("datos_museo").innerHTML+=document.getElementById("datos_museo_aux").innerHTML;
Albers y Moholy-Nagy desde la Bauhaus"Albers and Moholy-Nagy: From the Bauhaus to the New World". Londres, hasta el 04/06/06
Kandinsky 1907-1942"Kandinsky", París, hasta el 10/08/09

90 años de diseño BauhausWeimar, 01/04/09

Escenas nocturnasBerlin, 07/03/07

De enseñanzas y aprendizajesNueva York, 22/11/04

Berlín retratadaBerlín, 27/02/04

Kandinsky y la abstracción en ItaliaMilán, 14/03/07

Paul Klee llega a SantanderSantander, 05/07/06

Paul Klee frente al arte norteamericanoWashington, 16/06/06

Todo Klee Hanover, 24/11/03

De camino a la abstracción Barcelona, 03/06/03

Kandinsky y alrededores Bilbao, 05/07/02

Todo Kandinsky en la Fundación Maeght Saint-Paul-de-Vence

Wednesday, August 12, 2009

LUISA NOGUEIRA uma obra plena de contemporaneidade no surrealismo português


Luísa Nogueira, pintora, gravadora, comunica através da representação simbólica das imagens e dos ícones, conseguindo aliar estes dois níveis , o real, ou a parte da verdade, e o desconhecido que ultrapassa o nosso entendimento.
Em busca do desconhecido ou dos impossíveis traduz igualmente não só os desejos e os conflitos que preenchem o seu imaginário, como ainda a poética que lhe permite povoar intensamente o espaço.







ver mais em
http://www.luisanogueira.blogspot.com/

MJF /texto reconstruido de A.Lobato de Faria

Sunday, July 26, 2009

A CASA || de Rocha de Sousa







Um LIVRO : A CASA que nos traz o respirar , o entrever e vaguear pelos cheiros , os esgares a névoa não refrescada ... um chão velho e sujo cravados pelas pegadas dos tempos.
Como podemos ler na contra capa, "Narrativa visualmente apelativa, antropológica,marcadapor uma sociologia do sofrimento, este romance faz-nos reconhecer ideias e perdas contemporâneas, aproximando-nos da condição humana no quadro de uma espécie de desertificação anunciada."
Como diz Mário Cláudio : um dos livros mais bem escritos últimamente entre nós.
MJF

Thursday, July 2, 2009

Homenagem a Ernesto Korrodi

No âmbito do 4ºAniversário da Rota de Arquitectura Korrodi realiza-se no dia 3 de Julho de 2009 pelas 21 horas e 30 minutos uma Homenagem a Ernesto Korrodi na Galeria 57 – Leiria.

Homenageamos o Arquitecto Mestre através da Arte Contemporânea com uma exposição Colectiva de pintura e escultura dos Artistas André Pedro, Abílio Febra, José Luís Tinoco, Felipe Curado, Francisco Geraldo, Maria João Franco, Raquel Oliveira, Vivilde Ferreira.

Sendo um Arquitecto clássico, revivalista e eclético, não deixou, porém, de ser um percursor de uma nova mentalidade, um humanista, pedagogo e defensor do património Cultural e Natural.

Esta Actividade em parceria com a Galeria 57 insere-se numa nova fase da Rota. Foi criada em 2005 com o apoio da Junta de Freguesia de Leiria. A sua Autora terminou este protocolo com esta Instituição em Agosto de 2008 e tem vindo a desenvolver o mesmo trabalho de defesa de património: Publicação de Artigos, formação de alunos e professores, percursos pedestres, apoio à investigação e outras actividades culturais.

A Coordenadora da Rota Korrodi

Genoveva Oliveira

Wednesday, June 17, 2009

15º aniversário do MAC - Movimento Arte Contemporânea

MAC'2009
15º Aniversário

O MAC-Movimento Arte Contemporânea inaugura no próximo dia 30 de junho, terça-feira, pelas 18.30 horas , a exposição colectiva de Artes Plásticas comemorativa do 15º aniversário MAC.Nesta inauguração serão atribuidos os MAC'2009 (peça escultórica concebida pelo escultor João Duarte) aos artistas, Imprensa e entidades que mais se destacaram culturalmente nos nossos espaços durante o ano de 2008/2009.A entrega dos Prémios MAC'2009 decorre na Av. Álvares Cabral , pelas 18.30 horas, seguindo-se a inauguração da Exposição em simultâneo, a Rua do Sol ao Rato,9C e na Av. Álvares Cabral, 58/60, em Lisboa.

ver mais >> http://www.movartecontemporanea.blogspot.com/


" O Nariz" no Teatro Miguel franco

Wednesday, June 3, 2009

Berta

... Quase sufoquei numa sensação de gozo e desgosto. Aqui está – todo o afecto esmagado na minha alma condenada. Todo o desejo reprimido, o medo contido, o sonho contaminado pelo ódio com que me escudo. O Medo! – Medo da solidão...

Trago na farda da indiferença a mágoa arrastada pelo caminho das noites.
O vibrar dos ferros na estação Terminal rasga-me o pensamento com que ensurdeço.
No fumo do vapor, há muito disperso, afinam-se cânticos longínquos pelo tilintar ébrio de uma guitarra das tavernas. Brindo à nudez das almas condenadas, ao sangue, aos fantasmas do velho solar onde pernoito, desfaleço, finjo que não amo, apesar das ruínas e do vento quebrado pelo envidraçado dos arranha-céus.
Acordo com o soar penetrante do primeiro comboio da manhã – do pesadelo parto numa viagem sem regresso. Na bagagem: uma memória – o som do revolver.

Raquel Coelho
16/04/09
ilustração de Sara Franco

Saturday, May 30, 2009

Rosa Reis

ESPAÇOS - experimentação do olhar
Fotógrafa freelance, desenvolve projectos de autor e colabora estreitamente com o Ecomuseu Municipal do Seixal, com especial incidência no património e arqueologia industrial, colaborando ainda com entidades estatais, empresas e particulares. Já ganhou inúmeros prémios em concursos fotográficos no país e no estrangeiro, e expôs em todos os países da União Europeia, Brasil e Índia.

Rosa Reis obteve a sua formação fotográfica no ARCO, no atelier de Carlos Marques, na aula do Risco e numa pós-graduação em Estudos de Fotografia, ministrado pelo IADE, mas o olhar, esse, nunca o aprendeu.Tem uma predilecção especial por ambientes industriais, aos quais atribui uma dimensão humana, sob o ponto de vista do trabalhador, e uma dimensão nobre do ponto de vista da obra em concreto. Prova disso são os trabalhos publicados em diversos livros: “Aquedutos de Portugal”; “125.º Aniversário da Boa-Hora”; “Justiça – As Palavras e os Actos”; “Mundet no Pulsar do Tempo”; “D.Fernando II e Glória – A Fragata que Renasceu das Cinzas”; “Abrir Lisboa ao Sul”; “Ponte Vasco da Gama”; “50 Anos de Pintura e Escultura em Portugal”; “Miguel Barbosa – Pintura”; “Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês”; “El Suro”; “Cortiça – Expressões do Trabalho”; “Por uma Pitada de Sal”; “Olhares de Lisboa”; “Seixal Jazz Agenda 2000/1”; “Abrir Lisboa ao Sul – II”; “Lisnave – Contributos para a História da Indústria Naval em Portugal”; “Das Eisen – El Ferro”; “Século XX Português – Cem Imagens Cem Legendas” (com 5 imagens na exposição do Centro Cultural de Belém); “Os Grandes Hóteis de Portugal”; “Jazz Escute e Olhe”; “Com os Homens do Aço”; “Água – Fogo – Ar – Cortiça”. Possui uma exposição permanente em:
www.jazzportugal.net (fotografia/rosa reis).O reconhecimento do trabalho em revistas e prémios por todo o mundoEsta fotógrafa freelance viu o seu portfólio ser publicado na revista alemã “LEICA” em 1995. Tem igualmente trabalhos publicados nas revistas estrangeiras “PHOTO”, “Photo Repórter”,”Chasseurs d'Images”, “Reponses Photo” e “Fotographare”, e em diversos jornais e postais.Premiada em vários concursos, representou por quatro vezes Portugal no estrangeiro. Em 2002 foi directamente contactada pela Foto Espanha para representar Portugal com um projecto desenvolvido sobre Lisboa (bairros populares de Alfama, Bica, Bairro Alto, Mouraria, Madragoa e Alcântara).
Reis apresenta também uma outra faceta, a de ceramista e, neste âmbito, já expôs em todos os países da União Europeia, estando representada em diversos locais: Musée di Main – França; Instituto Camões – Luxemburgo; Museu de Marinha – Lisboa; Museu Bento Gonçalves – Portimão (Algarve); Museu Municipal de Loures; Ecomuseu Municipal do Seixal; Museu Municipal do Barreiro; Fórum Cultural do Seixal; Centro Cultural de Nazaré – Ministério da Justiça; Tribunal da Boa-Hora; Tribunal de Setúbal; Direcção Geral da Administração da Justiça; Centro de Estudos Judiciários – Lisboa e Setúbal; Hospital de S. José; Lisnave; Sagies; Parque Tecnológico da Mutela – Almada e diversos particulares.
Em 2004, a Câmara Municipal do Seixal atribuiu-lhe a medalha de mérito cultural.(...)


Rosa Reis é uma artista no sentido exacto da palavra, pela alegria que transmite aos outros, pela sua generosidade, pela forma idealista como encara a sua arte e pela originalidade e perspicácia como capta os melhores ângulos de um rosto, o sentido de um gesto, de um movimento ou de vários aspectos do quotidiano, transformando a realidade através de um modo de ver, de visualizar que é o seu .
Com as imagens que Rosa Reis nos oferece, podemos identificar o seu modo de estar e sentir ,os seus motivos, a forma mágica com o ela integra a realidade dos objectos, a sua presença num mundo continuado e poético que é a sua obra.


Um olhar perspicaz , vocacionado para a captação intemporal do mundo , das pessoas e das coisas, dos espaços e dos tempos, Rosa Reis capta a magia do momento incomensuravelmente mínimo, em que o seguinte se desiguala por força do tempo que vivemos, insertos que somos no nosso universo cósmico.
A fotografia, distantemente das outras artes bidimensionais, fixa o momento exacto .
Tentativa usada pelos impressionistas, no sentido de recolher o instantâneo de luz /cor de cada momento. Longe do impressionismo e do realismo em termos estéticos e mesmo descritivos, a inclusão da fotografia como meio moderno surge como sintoma de ruptura e fim da modernidade e, paradoxalmente os fundamentos do postmodernismo.
A imagem fotográfica tem a capacidade de reter presenças que de algum modo sirvam, por um lado para o reconhecimento do real e sua apreensão como a mágica representação de momentos de memória.
Entra por este meio no universo das artes, da arte, talvez ao nível da simbólica representação pré-histórica para a apreensão do objecto, tornado objecto de arte pela evolução dos conceitos.
Tomemos esta analogia como se a fotografia fizesse parte ainda da da antropologia das memórias registadas.
Mas, quando a fotografia ultrapassa o real e penetra um mundo filtrado pelo fotógrafo,
entra já conceptualmente no campo da arte como fazendo parte integrante dos objectos sujeitos à manipulação do artista,surgindo um objecto-outro posto em acto pela mente critiva do artista.

Em Rosa Reis, ao logo da sua obra publicada, sentimos esse estímulo de registos e comparações do homem em habitats vários, reformulados e inseridos em contextos vários,dando-nos por vezes a dimensão de escalas e situações em que o homem se ultrapassa a si próprio; noutras séries de obras oferece-nos o inquietante e palpitante espectáculo do frenesi actuante, como se o som e o movimento parassem no tempo, para nos fazer chegar o sentir e o respirar daquele momento.
Assim, é necessario chamar a atenção para o facto de a obra de Rosa Reis não ser a imagem em geral, mas sim o modo como aquela foi concebida e realizada através de um dispositivo técnico elemento intermediario e interfactual entre ela e o mundo.
No entanto e apesar desta demarcação é evidente , que na sua condição real de imagem, depende ainda de outras relações .
A mais problemática será sem duvida do ponto de vista histórico e ontológico que a imagem assinala como uma ferramenta de representação realistaque Rosa Reis na sua imensa qualidade delata, pela formulação interna que determina a sua forma específica de aprender a realidade, dá-nos essa mesma realidade como sua.
É por esta qualidade que Rosa Reis nos nos oferece aquilo que tomou para si no tempo e no momento como corpo e alma das coisas ali representadas.

  • A ver no MAC-Movimento Arte Contemporânea ,Rua do Sol ao Rato 9C, a partir de 2 de Junho de 2009, pelas 19 horas.






A fotografia remete-nos para o incomensuravelmente mínimo dos registos da memória, cumprindo assim o papel de arquivo dos espaços por onde o nosso olhar perpassou.
MJF